A bancada feminina da Câmara dos Deputados selecionou três propostas como prioritárias para aprovadação em plenário este ano. A iniciativa, que marcou o Dia Internacional da Mulher, celebrado segunda-feira (8), escolheu a licença-maternidade, participação de mulheres na Mesa Diretora e medidas para garantir igualdade no mercado de trabalho.
A lista de prioridades foi apresentada ao colégio de líderes, que já se comprometeu a colocar em votação a PEC 30/07, da deputada Angela Portela (PT-RR), que amplia a licença-maternidade de 120 para 180 dias, de forma obrigatória para todos os empregadores. O texto também aumenta de cinco para sete meses após o parto o período em que a trabalhadora não poderá ser demitida sem justa causa. Assédio - Há também o projeto de lei (PL 6653/09), que determina que o Estado e as empresas criem ações de incentivo à igualdade de oportunidades entre mulheres e homens no trabalho e de prevenção a abusos, como o assédio sexual e moral. Outra matéria, a PEC 590/06, da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), assegura uma vaga para mulheres nas Mesas Diretoras e nas comissões da Câmara e do Senado. Mais informações:
Sobrecarga no lar dificulta ascensão feminina no trabalho O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, segunda-feira (8), estudo apontando que a ocupação das mulheres com trabalhos domésticos é fator preponderante na desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Sobrecarga - Os efeitos vão desde a menor disponibilidade da mulher às jornadas de trabalho que exijam mais tempo, à ocupação de 42% das mulheres em posições precárias, contra 26% dos homens. Hoje, o tempo médio de estudo entre as mulheres é de 7,6 anos, superior ao dos homens (7,2 anos); além disso, quase 35% de mulheres são chefes de família. Mais informações:
Marta Suplicy: “Farei tudo por Dilma”
Dilma - Numa dessas respostas, Marta afirmou que gostaria de sair candidata ao Senado. Mas ressaltou: “Sairei candidata ao cargo que possa ajudar melhor a campanha da companheira Dilma”. Mais informações:
Pazzianotto contra as 40 horas Ex-advogado trabalhista, ex-titular da pasta do Trabalho e ministro aposentado do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Almir Pazzianotto ainda circula em certos meios sindicais, mas cada vez mais do lado de lá, ou seja, próximo dos interesses patronais e da pauta empresarial. Nesta segunda-feira, dia 8, ele publicou artigo na segunda página do Estado de S. Paulo, cujo primeiro parágrafo não deixa dúvidas: “Entre centenas de iniciativas exóticas que povoam o mundo das relações do trabalho, nada se equipara à asnática proposta de participação obrigatória nos lucros das empresas. A mais próxima de tal disparate é a emenda constitucional que reduz de 44 para 40 horas o trabalho semanal, sem redução salarial, e com elevação, de 50% para 75%, da porcentagem sobre os salários, das horas extras”. Está feito o registro. Fonte: www.estadao.com.br
Filiais brasileiras salvam múltis O que todo mundo já sabia foi manchete da Folha de S.Paulo segunda, dia 8: “Filiais no Brasil seguram resultados das múltis”, acrescentando: “Operações no País compensaram desempenho nos Estados Unidos e na Europa”. A Fiat brasileira, por exemplo, ultrapassou a matriz italiana. No ramo do varejo, o Pão de Açúcar (leia-se Casino) cresce 12,7% no Brasil, enquanto o parceiro francês, na matriz, lá, ficou em 3,8%. Em tempo: o Brasil já é o segundo mercado de múltis do porte de Unilever e Nestlé.
Metalúrgicos aprovam estado
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O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região exige a retomada imediata das negociações, com o objetivo de assegurar o valor da segunda parcela da Participação. Com o estado de greve, a empresa tem 48 horas para retomada das negociações ou poderá ser deflagrada greve por tempo indeterminado. Abuso - Segundo o presidente do Sindicato, Issac do Carmo, a Usiminas desrespeitou uma cláusula do acordo de PLR, que garante a renegociação caso alguma das metas afetasse muito o valor negociado para a segunda parcela. Ao contrário, depositou um valor menor na última sexta-feira (5). “Os trabalhadores não aguentam mais posturas arbitrárias da empresa com relação às negociações”, afirma. Mais informações:
Safra de grãos poderá ser 8,5% maior que em 2009 A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 145,1 milhões de toneladas em 2010, quantidade que supera em 8,5% a obtida no ano passado. A área a ser colhida deve totalizar 47,9 milhões de hectares, com aumento de 1,5% em relação à de 2009 (47,2 milhões). A estimativa foi divulgada hoje (9) pelo IBGE. |
Agora é Lula aqui Lula é um visionário e não costuma errar em suas escolhas. Quando ele começou a falar publicamente que Dilma Rousseff era o melhor nome para sucedê-lo na Presidência da República muitos duvidaram, outros até torceram o nariz. A oito meses das eleições, as pesquisas provam que ele tinha razão. Dilma já ameaça a liderança do candidato tucano, que se segurou até agora por conta do recall de seguidas disputas eleitorais. Como as intenções de voto em Dilma tendem a crescer, já nas próximas pesquisas, a petista deve ultrapassar um encurralado Serra, que nem sequer assumiu a candidatura. O presidente acertou: Dilma Rousseff é, sim, o melhor nome para assumir o cargo hoje ocupado por esse ex-metalúrgico que se tornou uma das lideranças mais populares e influentes do mundo na atualidade. Além da confiança e apoio incondicionais de Lula, a ministra está credenciada a comandar o Brasil a partir de 2011 porque competência e trabalho marcaram toda a sua trajetória, em especial, no governo federal, onde se tornou (por mérito) o braço direito de Lula. Está mais que na hora de uma mulher comandar este País, ainda mais quando ela tem, além de muita capacidade, um passado de luta pela democracia e um presente de respeito à classe trabalhadora. Quem mais e melhor poderá garantir a continuidade e consolidação de todas as realizações cravadas pelo governo Lula desde 2003? A resposta é Dilma, porque Lula a conhece bem e acredita que ela tem capacidade para consolidar programas como o Bolsa Família, que atende 13 milhões de lares, além de ações certeiras que tiraram 20 milhões de brasileiros da pobreza e garantiram empregos com Carteira assinada a 12 milhões de trabalhadores. E ainda tem o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que está nas (boas) mãos dela. Competente e democrata, Dilma, assim como Lula, sabe que apenas a distribuição de renda, o respeito e o compromisso com a classe trabalhadora garantirão um Brasil melhor e mais justo socialmente. Dilma tem o apoio de quem produz e pode, pela primeira vez em uma eleição, unir as seis Centrais Sindicais brasileiras em torno da sua candidatura. A ministra ouve e respeita a classe trabalhadora. Provou isso quando atendeu o chamado do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e veio à região participar do seminário “O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento”, que foi determinante para o enfrentamento da crise e do desemprego, por conta das diretrizes aqui construídas. Até a fama de durona e mandona reforçam as competências de Dilma. Corajosa, ela não se abate com ataques machistas da oposição e da mídia que, sem críticas reais a fazer, remexem seu passado sem qualquer respeito à luta que ela travou para que essa mesma oposição e mídia tivessem liberdade de expressão. Tentam macular as virtudes de uma mulher que foi torturada nos porões da ditadura na luta que garantiu a muitos brasileiros, inclusive da oposição, o direito de voltar de seus autoexílios. Está em nossas mãos transformar em realidade o desejo já amplamente expresso por Lula de fazer da ministra a sua sucessora na Presidência da República. Ao fim do seu segundo governo, Lula, como sempre disse, voltará para São Bernardo. Aqui será aclamado pelos trabalhadores, pelo PT, pelo movimento sindical e pelo município hoje administrado por Luiz Marinho, ex-sindicalista que governa a cidade sob os mesmos princípios de justiça social. O presidente regressará certo de que fez um excelente trabalho e com a aprovação de quase 90% da população. Um índice recorde que só ratifica o que ele costuma dizer: “Quem sabe produzir também sabe governar”. Mas o presidente voltará ao ABCD mais tranquilo se em seu lugar no Palácio do Planalto ficar alguém que garanta o prosseguimento e a consolidação das conquistas do seu governo. E essa pessoa é Dilma Rousseff. Ela é a sucessora dos sonhos de Lula e dos nossos também. Cabe a nós ajudar Lula a eleger Dilma. |
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