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Reeleição de Paim é prioridade
para o movimento sindical
O movimento sindical do Brasil inteiro vai se engajar na campanha de reeleição do senador petista gaúcho Paulo Paim. A avaliação dos sindicalistas, feita durante reunião sábado (6), na Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo (Fecomerciários), é a de que Paim significa peça fundamental para projetos trabalhistas no Senado e que sua eventual não-reeleição seria uma grande perda para o conjunto do sindicalismo.
Paim tem origem no sindicalismo metalúrgico de Canoas (RS). Foi deputado Constituinte, em 1988, obtendo nota 10 pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), tendo sido eleito depois senador. Ao longo de 19 anos de mandato (12 como deputado federal e sete como senador), apresentou 1.286 projetos, dentre os quais o que revoga o fator previdenciário, o que criou o Estatuto da igualdade racial e o que determina a eleição presidente e vice da CIPA.
“Minha agenda de atuação no Senado é a pauta trabalhista”, afirmou o senador gaúcho no evento do sábado, lotado por cerca de duas centenas de sindicalistas de todo o Estado e das Centrais Força Sindical, UGT e Nova Central. Esta pauta trabalhista inclui desde projetos de valorização do salário mínimo até projeto de lei que regulamenta a profissão do comerciário.
Apoio - Presente ao ato, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (Paulinho) conclamou o movimento sindical: “Temos de reeleger o Paim porque ele é nosso principal aliado no Senado”. Paulinho também anunciou que irá ao Rio Grande do Sul apoiar a campanha do senador.
Evento - O evento do sábado, em São Paulo, foi coordenado pela Fecomerciários e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC). Luiz Carlos Motta, presidente da Fecomerciários, avalia: “O movimento sindical mostra maturidade quando identifica seus reais aliados e indica ao trabalhador a importância de se votar em políticos que defendem os interesses do Brasil e da classe trabalhadora”.
Mais informações:
Fecomerciários - (11) 3208.6833
Com Motta ou Robson (7205.0266).
CNTC - (61) 3217.7100 ou 3217.7102
Com José Augusto
Gabinete Paim - (61) 3303.5227/5232
Com Erick
paulopaim@senador.gov.br

Paulinho da Força é o convidado do
Câmera Aberta desta quarta, dia 10
São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 10 de março, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Guarulhos: TV Guarulhos, BIG TV, Canal 20 – dia 11 de março, das 19 às 20 horas.
São José dos Campos: Canal 95, Vivax – 17 de março, das 19 às 20 horas e reprise às 23 horas.
São José do Rio Preto: TV da Cidade, Canal 16 – 14 de março, das 20 às 21 horas.
Reprises: terças-feiras, às 11 horas, e quintas-feiras, às 15 horas.
Presidente Venceslau: TVC - TV a Cabo Venceslau, Canal 4 – 17 de março, das 13 às 14 horas
Rede Brasil de TV – quartas-feiras, às 11h30, para todo o Brasil. Via Satélite - Canais UHF:
14, 45 e 59 (São Paulo); 59 e 42 (Minas Gerais); 57 (Rio de Janeiro); 59 (Distrito Federal);
50 (Espírito Santo); 26 (Goiás); 27 (Mato Grosso); 23 (Mato Grosso do Sul); 04, 22 e 30 (Paraná);
13 (Santa Catarina); 55 e 58 (Rio Grande do Sul); 15 (Bahia); 20 (Pernambuco);
55 (Maranhão); 38 (Rondônia); 20 (Amazonas); 15 (Pará); e 5 (Tocantins). |
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, é o segundo entrevistado no especial das Centrais no Câmera Aberta Sindical.
Paulinho destacou que o movimento sindical teve papel fundamental na garantia de emprego e fortalecimento do mercado interno. Ele comentou sobre como é agitada a sua rotina como liderança sindical e deputado federal. Por conta da sua agenda atribulada, o programa foi gravado na segunda-feira de carnaval, dia 15 de fevereiro.
Paulinho é o segundo entrevistado da série com os presidentes das Centrais Sindicais. O primeiro foi Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.
Você faz a pauta - O Câmera é apresentado pelo jornalista João Franzin, toda quarta-feira, das 19 às 20 horas, na TV Aberta São Paulo (9 NET e 72/99 TVA). Para divulgar sua entidade ou propor um tema para o programa, ligue 3231.3453 e fale com Dhayane/Gisele.
Assista pela internet: www.tvaberta.com
E-mail: cameraabertasindical@agenciasindical.com.br

Força Sindical já está de sede nova
A Força Sindical inaugurou neste domingo (7) sua primeira sede própria. Fica na rua Rocha Pombo, 94, Aclimação, região central de São Paulo, a cerca de 100 metros da sede anterior, na Rua Galvão Bueno (Liberdade).
Na compra do prédio, de 12 andares, foram utilizados apenas recursos da Central. “Não tem um único centavo de governos ou de patrões”, informa Paulo Pereira da Silva (Paulinho), presidente da Força.
Presenças - A solenidade contou com a presença do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vacarezza (PT-SP); os presidentes das Centrais Sindicais e sindicalistas de diversas categorias.
Mais informações:
www.fsindical.org.br

FHC e os números
Sempre vale ler a Carta Capital. Mas vale especialmente ler no último número da revista (586) a matéria de Sérgio Lírio, expondo números e índices do período FHC e do governo Lula. A matéria produziu a manchete da capa “o plebiscito em marcha”, com os bonecos dos dois terçando floretes.
Emprego
Nos 8 anos de gestão FHC, foram gerados 797 mil postos de trabalho. Com Lula, até agora, cerca de 9 milhões de empregos.
Carga tributária
No governo FHC, subiu 6 pontos. Na gestão do sapo barbudo, a subida ficou em 4 pontos.
Reservas internacionais
O máximo, no governo fernandista foi US$ 60 bi. Com Lula, em 2009, as reservas chegaram a US$ 239 bilhões.
Dívida total líquida do setor público em % do PIB
Com o Fernando, 49,9%. Com o Luiz, 43%.
Juros-Selic
Com o tucano, a Selic chegou a bater nos 45,67%. O pico, sob o comando do petista, foi 22%.
Crescimento do PIB (média)
FHC: 2,32% (média mundial de 3,53%). Lula: 4,20% (média mundial de 4,38%).
Registro, por conta própria, que hoje o Brasil não tem mais dívida externa. Na verdade, Fernando Henrique tem um sério problema com os números: os números são contra ele!
Por João Franzin
Jornalista da Agência Sindical

Começa vacinação contra gripe suína
A campanha de imunização contra a gripe suína começou hoje (8) em todo o País. A primeira etapa, destinada a profissionais de saúde da rede de atenção básica e envolvidos na resposta à pandemia, além de indígenas, vai até o próximo dia 19. Os demais grupos serão imunizados até 21 de maio. |
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Carlos Grana é presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT
2010 é o ano das mulheres
Por Carlos Grana
No dia 8 de março, celebra-se o centenário do Dia Internacional da Mulher, 100 anos que marcam no calendário mundial a luta contra as desigualdades, a exploração e a violência contra as mulheres em todo mundo. É importante conhecer a história para que possamos compreender o nosso presente. O dia 8 de março não foi escolhido aleatoriamente no calendário, bem como a cor lilás não está relacionada às mulheres por ser delicada ou singela. No ano de 1857, em Nova Yorque (EUA), operárias tecelãs organizaram-se reivindicando o direito à redução da jornada de trabalho e melhores condições de trabalho. Durante a greve, o edifício onde elas estavam foi incendiado e dezenas de mulheres morreram de forma trágica. Em homenagem à luta destas trabalhadoras, a ativista pelos direitos femininos, Clara Zetkin, propôs durante a II Conferência de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, que o dia 8 de março fosse declarado como o Dia Internacional da Mulher e a cor lilás fosse adotada como o símbolo do movimento feminista.
E, no ano que se celebra “100 anos de lutas por igualdade”, novamente a bandeira da redução da jornada semanal de trabalho, sem redução no salário, está no centro das reivindicações da classe trabalhadora. Defendemos a jornada de 40 horas (hoje a jornada oficial no País é 44 horas) porque, além de proporcionar uma melhor qualidade de vida, em razão de que o trabalhador e a trabalhadora terão mais tempo ao lazer, ao estudo/qualificação profissional e à saúde, a medida também acarretará na geração de cerca de dois milhões de novos postos de trabalho, segundo estudos elaborados pelo Dieese.
Todo o movimento sindical, em especial a CUT, está engajado nesta importante luta, que depende de aprovação na Câmara dos Deputados, para se transformar em lei no nosso País. No dia 1º de junho, as entidades sindicais já aprovaram a realização de um Dia Nacional de Lutas em defesa da jornada de 40 horas, sem redução no salário, que também definirá uma pauta de reivindicações gerais que será entregue aos candidatos que concorrerão à presidência da República.
Este é outro momento importante na história do nosso País. Nestas eleições estarão em disputa dois projetos antagônicos: de um lado, propostas que nos levarão certamente ao atraso, ao retrocesso, ao Estado mínimo e ausência de políticas públicas de distribuição de renda e valorização do ser humano; de outro lado, o projeto que amplia os avanços conquistados pelo povo brasileiro durante o governo Lula, como o Bolsa-Família o Pró-Uni, a valorização do salário mínimo, os conselhos e conferências populares, espaços de debate e construção de um novo País, mais democrático e justo.
Estes projetos, repito antagônicos, estarão colocados na mesa. Os brasileiros e, principalmente as brasileiras, definirão o futuro de todos nós em outubro próximo e o que está em jogo não é apenas a sucessão presidencial, mas sim a política do Estado Brasileiro. De um lado, a volta da concentração de renda, da subserviência e da miséria; do outro lado, nós, homens e mulheres que ousaram realizar um sonho, um sonho de um Brasil mais justo, soberano e fraterno. Um Brasil de mulheres corajosas, como a ministra Dilma Rousseff, que nos fazem acreditar mais na humanidade e na felicidade como um direito de todos e todas. A luta continua!
Carlos Grana é presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT
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