Emprego formal atinge
14 milhões
No ano passado, foram gerados 1,766 milhão de novos empregos, alta de 4,48% em relação a 2008. Desde total, 1,423 milhão são vagas com Carteira assinada e 343,1 mil são servidores públicos. Com a soma dos 12,5 milhões de empregos gerados entre 2003 e 2009 – de acordo com a Rais, mais os 1,47 milhão de postos celetistas (Caged) abertos no primeiro semestre deste ano, chegamos a 13,9 milhões de vagas formais entre 2003 e 2010. O Brasil também atingiu a marca histórica de 42,6 milhões de trabalhadores com emprego formal, somando-se os 41,2 milhões contabilizados na Rais 2009 aos 1,4 milhão de novos postos de trabalho registrados este ano pelo Caged. “Com absoluta segurança chegaremos a 15 milhões de empregos formais gerados no governo Lula até o fim do ano, como prevejo há algum tempo”, avaliou Carlos Lupi. Mais informações:
Engenheiros de São Paulo promovem debates com candidatos O Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (Seesp) realiza, entre agosto e outubro, o ciclo de debates “A Engenharia, o Estado e o País”, que tem como objetivo promover um debate com os candidatos a cargos majoritários nas próximas eleições sobre o desenvolvimento nacional e a implantação de políticas públicas. O Seesp convidou todos os candidatos aos cargos de presidente, senador e governador no Estado de São Paulo a apresentarem seus projetos, exporem ideias e também receber as sugestões dos engenheiros – que estão contidas no manifesto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento e a Superação da Crise”, produzido pela FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) e aborda as perspectiva de crescimento do País. Elaborado por vários especialistas, o “Cresce Brasil” traça diretrizes e sugestões em diversas áreas estratégicas como a exploração das reservas de petróleo na camada do pré-sal, energia, saneamento, mobilidade urbana, meio ambiente e comunicações. Serviço - O primeiro convidado a participar do ciclo de debates será Fabio Feldmann (PV), candidato ao governo de São Paulo. O evento ocorrerá na próxima terça-feira (10), às 19 horas, na sede do Seesp (rua Genebra, 25, Bela Vista). O acesso ao debate é aberto a todos. Mais informações:
Sindicalistas cobram medidas do governo Uma comissão de sindicalistas vinculados à Força Sindical e representantes empresariais do setor de fundição, máquinas e autopeças esteve com o ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), na quarta-feira (4), em Brasília, para reivindicar a revogação de duas portarias que permitem a entrada no País de peças e moldes já usados, em especial da China. Os representantes do setor pedem medidas concretas do governo federal para proteger a produção nacional nestes segmentos industriais, que estão sendo prejudicados pelo aumento das importações de ferramentas, moldes usados e outros equipamentos. As dificuldades geradas pela competição desigual, facilitada pela valorização do cambio, ameaça eliminar 100 mil postos de trabalho no setor.
Mais informações:
Metalúrgicos da CUT negociam estabilidade para acidentados
A cláusula foi o tema central da segunda rodada de negociação entre a Federação e a bancada patronal do G10, na última quinta-feira (5). “Faz 10 anos que temos garantido este importante direito aos trabalhadores do G10 por meio de ação judicial. Nesta campanha salarial, temos a chance de conquistar este direito na mesa de negociação”, explica o presidente da FEM-CUT, Valmir Marques (Biro Biro). Histórico - A cláusula que garante estabilidade até a aposentadoria ao portador de doença profissional ou vítima de acidente do trabalho é assegurada nas Convenções Coletivas da FEM-CUT/SP nas demais bancadas patronais desde 1985. No G10, o direito esteve assegurado no período de 1985 a 1999. A partir de 2000, a cláusula saiu da Convenção. Mais informações: |
O ruído é um dos riscos ocupacionais encontrados em quase todos os ambientes de trabalho em que se utilizam máquinas e equipamentos. É considerado um risco físico por conta de sua propagação, que se dá por meio de ondas mecânicas chamadas sonoras. A medição da intensidade deste ruído é realizada por meio de uma unidade conhecida por decibel ou simplesmente dB(A). Em termos ocupacionais existem três faixas de ruído que são importantes para definir se o ruído é prejudicial à saúde ou não. A primeira faixa vai do zero aos 65dB(A) que é o limite conforto estabelecido na NR (norma regulamentadora) 17 que trata de Ergonomia. Este ruído corresponde a uma conversa em tom baixo entre duas pessoas. A segunda faixa vai dos 65dB(A) aos 84,9dB(A), esse som corresponde a ruídos presentes no nosso dia tais como: várias pessoas falando em um mesmo ambiente, secador de cabelos, ruído interno de um ônibus etc. A terceira faixa, a partir de 85 dB(A), conforme a NR-15, corresponde às operações insalubres. De acordo com o tempo de exposição do trabalhador a ela, é possível enquadrar a atividade como danosa à saúde. Ruídos comuns desta faixa são: cortador de grama, ruído de trafego intenso, serra fita de açougue, dentre outros. Existem algumas maneiras de reduzir o impacto deste ruído no trabalhador. A maneira mais comum e mais barata é dotar o trabalhador com o protetor auricular. Para este método ser eficaz é preciso que o empregador dê um protetor auricular de acordo com o nível de ruído que o trabalhador está exposto. Também é preciso treinar o trabalhador e o conscientizar quanto aos riscos de perda auditiva em decorrência da exposição ao ruído. Além disso, deve haver um controle deste uso levando em conta a opinião do próprio trabalhador. Outras formas de reduzir esta exposição são o rodízio de pessoal e a troca de equipamentos ou mudança no processo de trabalho que é a alternativa ideal. Porém essa troca de equipamentos na sua maioria das vezes implica em tecnologia mais avançada e maiores custos. Mesmo que estes custos sejam investimentos que se pagam ao longo do tempo nem todas as empresas possuem recursos para realizá-los. Giovani Pons Savi é consultor em Segurança do Trabalho |
|||
![]() |
||||