São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 5 de agosto, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA O movimento sindical hoje é protagonista das ações pelo enfrentamento da crise. A unidade das Centrais em torno de interesses dos trabalhadores e o canal de comunicação aberto pelo governo tem fortalecido o sindicalismo para assumir esse papel.
Atualmente a principal bandeira é a redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução do salário. As Centrais preparam mobilização nacional para pressionar o Congresso a aprovar a medida. Participe: Faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Seminário internacional prega no Concut
“É hora de defender os ideais de solidariedade, cooperativismo. Podemos fazer uma disputa em torno de valores. Se não há ainda correlação de forças para o socialismo, estão dadas desde já as condições para uma ofensiva ideológica”, afirmou Dulci. Pressão - Ele desafiou o movimento sindical a pressionar o G-20 a abrir espaço para a participação do movimento sindical. “Se não quiserem agora conceder um assento para os movimentos sindicais, poderíamos reavivar algumas ações. Vamos fazer uma mobilização lá na porta”, sugeriu. A diretora do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo, avaliou que a crise no mercado de trabalho mundial, em que há forte presença de empregos precários, baixos salários, ausência de direitos e desregulamentação - não é apenas um sintoma da crise financeira internacional, mas uma causa estrutural dessa crise que eclodiu no ano passado. Mais informações:
Centrais se reúnem com líderes partidários As Centrais Sindicais se reunirão com as lideranças partidárias na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (4), a partir das 14 horas, em busca de apoio para aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC 231/95) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas, sem redução de salários. “Queremos sensibilizar os congressistas sobre a importância de reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais para gerar novos empregos”, afirma o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (Paulinho). Cartazes - Os representantes da Força Sindical, CUT, CGTB, CTB, UGT e Nova Central visitarão parlamentares e colocarão cartazes nos gabinetes dos deputados que se manifestarem favoráveis à redução da jornada. A proposta já foi aprovada na Comissão Especial da Câmara, por unanimidade. Mais informações:
Sindicatos pressionam e melhoram
Na tarde da segunda-feira (3), dez Sindicatos se reuniram na Força Sindical com vereadores da cidade, manifestando posição pró-bilhete. No final da tarde, as entidades reuniram-se com o prefeito Sebastião Almeida, que apresentou nova versão do projeto, que já conta com adesão da maioria dos vereadores. José Pereira dos Santos, presidente dos metalúrgicos, diz: “O transporte público de Guarulhos é arcaico. A falta de circulares atrapalha o deslocamento do trabalhador, encarece o custo do transporte e dificulta o emprego. Patrão prefere contratar quem gasta menos com a condução”. Para Pereira, o bilhete único resolverá esse problema. Garantias - Para Jair Lima, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e coordenador da Força Sindical, a mobilização sindical foi decisiva: “Impedimos o corte de garantias contidas na Lei Orgânica e conseguimos avanços importantes, como a gratuidade para pessoas acima de 60 anos”. Mais informações:
Farmanguinhos começa a produzir O Ministério da Saúde começou a distribuir aos estados, na quinta-feira (30), o primeiro lote do fosfato de osetalmivir para o tratamento da gripe Influenza A (H1N1) produzido no Brasil, no Laboratório Farmanguinhos (Fiocruz/RJ). O antiviral produzido no Brasil tem a mesma eficácia do medicamento de marca utilizado mundialmente no tratamento da Influenza A. |
Por Rosane Bertotti O grande foco do debate, como não poderia deixar de ser, foi a intervenção do FNDC, ao lado dos demais lutadores pela democratização, no processo da Conferência Nacional de Comunicação. O conjunto dos participantes fez um resgate do acúmulo de forças necessário para que a Confecom contribua, por meio da construção de políticas públicas, para a superação do latifúndio midiático que asfixia o setor. Neste sentido, trabalhadores em comunicação e entidades populares reafirmaram a necessidade de uma conferência tripartite, representativa e democrática, articulada com quatro eixos: cntrole público sobre a comunicação, capacitação da sociedade e dos cidadãos, política de desenvolvimento da cultura e reestruturação dos mercados e sistemas. O evento reelegeu o companheiro Celso Schroeder, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e, em reconhecimento à nossa atuação coletiva, a CUT passou a integrar a eecutiva do FNDC. Também compõem a executiva José Soter, da Rede Abraço de Rádios Comunitárias; Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia (CFP); Nascimento Silva, da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão (Fitert) e Berenice Mendes Bezerra, Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (Aneate). Além da nossa Central, fruto do nosso esforço para fortalecer cada vez mais o FNDC, passaram a integrar o Fórum a Fenajufe e a Fenadados (cutistas, como a Fenaj), a CTB e a UGT. Agora, temos o desafio de organizar e democratizar os comitês estaduais nos estados, transformando-os em ferramentas coletivas de elaboração e proposição, ampliando apoios e isolando os setores do empresariado que tentam implodir o debate na Confecom, para manter tudo como está. Que a bandeira da democratização da comunicação tremule bem alto no 10º CONCUT, elevando nosso compromisso com a luta neste setor estratégico, sequestrado durante décadas pela ideologia mercantil, reafirmando assim o espaço para a informação veraz, dando asas à cultura, à música e as raízes nacionais, elemento chave para o fortalecimento da nossa auto-estima e para a construção de um Brasil livre, próspero e justo para todos e todas. Rosane Bertotti é secretária ncional de Comunicação da CUT |
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