Comerciários temem que projeto
Categoria entrega reivindicações à Secretaria de Desenvolvimento Urbano
Após receber várias críticas ao projeto, encaminhadas por comerciários preocupados em perder o emprego, a entidade quer garantir que os postos de trabalho sejam preservados e o fluxo de comércio na região não seja prejudicado. “Esperamos conquistá-los pela negociação. Mas para isso, é sempre necessário ter a retaguarda da mobilização da base”, avalia o presidente do Sindicato e da UGT, Ricardo Patah. Na última sexta-feira (28), trabalhadores e comerciantes se uniram para protestar contra o projeto, que prevê a demolição de 30% dos imóveis da região da rua Santa Ifigênia, tradicional ponto de referência no comércio de material elétrico e eletroeletrônicos no Centro de São Paulo. A manifestação contou com passeata e fechamento de lojas. Atingidos - “Cada loja tem aproximadamente três funcionários, só no pequeno comércio. Nas de grande porte, chegam a ter 100 trabalhadores”, declara Joseph Hanna Fares, presidente da câmara de dirigentes lojistas da Santa Ifigênia. Uma pesquisa feita pela entidade constatou que aproximadamente 50 mil famílias dependem diretamente da região, entre comerciários, lojistas e comerciantes em geral. Mais informações:
Reprise especial São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 2 de fevereiro, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 da TVA .
O Câmera Aberta Sindical desta quarta-feira, dia 2 de fevereiro, reapresentará o programa exibido no dia 5 de janeiro – trazendo a avaliação política e econômica de 2010, além das perspectivas para 2011, por meio do consultor sindical João Guilherme Vargas Netto e o diretor técnico do Dieese Clemente Ganz Lúcio. A luta do movimento sindical pela valorização do salário mínimo foi um dos assuntos abordados. O Câmera é transmitido pela TV Aberta São Paulo (NET 9, TVA 72 ou 99 e TVA Digital 186) e apresentado pelo jornalista João Franzin. Assista também na internet, pelo site da TV Aberta São Paulo (www.tvaberta.tv.br). O programa vai ao ar das 19 às 20 horas.
Vendas crescem 33,86% nos supermercados paulistas
Segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), no acumulado do ano os supermercados paulistas encerram 2010 com vendas nominais 7,61% maiores que 2009. O crescimento líquido foi de 4,13%. Brasil - A nível nacional, as vendas reais nos supermercados cresceram 4,20% em 2010 na comparação com o ano anterior. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em dezembro as vendas subiram 3,16% na comparação com o mesmo mês de 2009. Mais informações:
Já está no Youtube: A Agência Sindical convida para o lançamento, em 21 de fevereiro, de livreto sobre a Conclat - Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, realizada em 1º de junho de 2010, no estádio do Pacaembu. A publicação tem 31 entrevistas com lideranças sindicais, mais o documento-base do evento. O lançamento será no Sindicato dos Hoteleiros, à rua Taguá, 282, Liberdade, região central de São Paulo. A publicação é parceria da Agência Sindical e da TV Aberta São Paulo (NET 9; TVA 72) – que transmite o programa Câmera Aberta Sindical. Veja o convite - Acesse o link http://www.youtube.com/watch?v=dnexTqF-6y8
Vila Euclides agora é 1º de Maio Por obra do metalúrgico Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo, o histórico campo de Vila Euclides agora é Estádio 1º de Maio. O estádio, onde a bola corre solta, foi, como se sabe, palco de históricas assembleias, onde Lula, Osmarzinho e outros líderes comandavam a massa desafiando a ditadura. Memória - No 1º de maio de 1979, eu estava lá. Vi helicópteros da repressão fazendo vôos rasantes sobre a assembleia; vi peões virarem de rodas pro ar uma viatura da Rede Globo (emissora oficial da ditadura); vi o impressionante silêncio durante a fala de Lula. Tantas histórias. João Franzin
Banda larga já chega a 91% das escolas públicas urbanas do País
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A luta deve continuar Por João Guilherme Vargas Netto Quando eu publiquei na revista Linha Direta do Sintetel (Sindicato dos Trabalhadores Nesta eu dizia: “Reafirmar a política de valorização do salário mínimo garantindo desde já o último grande reajuste do governo Lula”. Subestimei os rentistas e os fiscalistas, subestimei o peso dos preconceitos, subestimei o calendário e subestimei as dificuldades da transição. O último grande reajuste do governo Lula transformou-se no exíguo primeiro reajuste pretendido do governo Dilma e sobre ele pesou a nuvem conservadora que encobre o começo do mandato, os “Três Italianos da Economia” (Palocci, Mantega e Tombini) e os meios de comunicação. E, no entanto, continuo considerando essencial para o desenvolvimento econômico a continuidade de fortes reajustes para o salário mínimo. O cumprimento dessa tarefa tornou-se mais complicado e, com a mudança do governo, exige posturas novas do movimento sindical para conquistarmos a Justiça e garantirmos o acerto econômico. A luta pelo avanço do salário mínimo é a pedra de toque sindical da luta pelo desenvolvimento. Uma derrota ou um desfalecimento agora, poderão significar amanhã perdas de salários e perdas de empregos, se a trindade econômica conseguir dar um cavalo de pau e frear a economia. É preciso manter a unidade das Centrais e garantir negociações responsáveis entre elas e o governo e os partidos no Congresso Nacional. Até mesmo porque, relembremos, desde dezembro de 2009 a Medida Provisória 474 previa, para março de 2011, a discussão e aprovação no Congresso das fórmulas capazes de garantir o avanço do salário mínimo até 2023, em três etapas de quatro anos cada uma, aproximando seu valor dos preceitos constitucionais. Sem bravatas e sem ilusões e sem subestimar o peso dos adversários (que não são donas de casa preocupadas com o salário de suas empregadas domésticas) devemos continuar nossa luta que precisa, superado esse embate, concentrar-se fortemente em combater a tendência da trindade econômica de aumentar os juros, restringir o crédito e enxugar os gastos públicos. João Guilherme Vargas Netto é membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores |
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